sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Região Sul, Comidas, Danças e Trajes

Comidas

Colonizado por europeus, o Sul, com 577.214 km2, oferece prazeres variados. Da carne bovina aos frutos do mar. Em seus três estados - Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul -, há de tudo; para todos os gostos. Churrascos servidos no espeto, pratos à base de frutos do mar, siris, camarões, lagostas, e peixes elaborados ao forno, na brasa, em caldeiradas.

Há, ainda, a típica cozinha do interior, com destaque para o mocotó de campo, o arroz-de-carreteiro. a roupa velha e o barreado. Com forte presença italiana, é ampla a oferta de massas. Marcante, também, são os traços da colonização alemã. O que permite ao viajante saborear excelentes embutidos.

E, após a refeição principal, doces de ovos, como ambrosias e papos-de-anjo, e de frutas cristalizados e em calda. No litoral sul saladas guarnecidas por palmitos de uma maciez sem igual, colhidos na Mata Atlântica.
Nos três estados do sul, existem os mais variados pratos típicos que vieram com a cultura dos imigrantes como alemães, poloneses, italianos, portugueses , ucranianos, entre outros.
Em todo o sul assim como no restante do pais a influência de todos os povos que aqui residem deixam nossos pratos bem globalizados. Mas aqui vão alguns pratos:


• Arroz Carreteiro - feito de charque de carne bovina e arroz
• Arroz Tropeiro
• Arroz de china pobre
• Barreado
• Buzo ao Bafo
• Boi no rolete
• Bolo de Mel
• Churrasco – Pode ser feito no espeto ou na grelha
• Chimarrão
• Carneiro no rolete
• Carne "moqueada" que é assada em buracos aquecidos
• Camarão ao alho e óleo
• Chucrute
• Castropeiro
• Coração de frango
• Carreteiro de charque
• Dobradinha
• Eisben que é o joelho de porco ensopado
• Filé ao Molho de Laranja
• Feijão Tradicional
• Feijão mexido
• Frango asado
• Farofa de pinhão com charque
• Farofa de farinha de mandioca
• Goulash
• Geléia de Morango
• Holmopes
• Kartoffelsalad
• Kutiá
• Lagosta Ensopada
• Linguicas
• Lula Recheada
• Nhoque
• Maionese de Camarão
• Marisco Lambe-Lambe
• Marreco Recheado
• Massa
• Matambre recheado
• Marreco com repolho roxo
• Macarronada campeira
• Ostras a Vinagrete
• Puchero - Sopão com vegetais e carne de peito, costela ou até linguiça
• Pintado na telha
• Peixada
• Paçoca de Pinhão com Charque
• Porco no rolete
• Polpettone
• Parrilada
• Punchero
• Polenta frita com vinho
• Quibebe - Pirão de abóbora
• Quirera Lapiana
• Queijo de porco
• Rabada - Preparado com rabo de boi e muito cheiro verde, pimentão, tomate, vinagre e suco de limão
• Salame
• Sopa de capeletti
• Sagú com nata
• Sopa de agnolini
• Taínha na Grelha
• Torta Doce de Ricota
• Virado de Feijão
• Vereniqué - pastel cozido

Danças Típicas da Região Sul

• Chula: é uma dança típica do Rio Grande do Sul. Dançada em desafio, praticada apenas por homens. A chula tem bastante semelhança com o lundu sapateado, encontrado em outros Estados brasileiros. A chula do Rio Grande do Sul vem da chula de Portugal. A chula portuguesa (antiga chula) é baseada em batidas dos pés e nos desafios.
Uma vara de madeira denominada lança e medindo cerca de 4 metros de comprimento é colocada no chão, como dois ou três dançarinos dispostos em suas extremidades. Ao som da gaita gaúcha, os dançarinos executam diferentes sapateados, avançando e recuando sobre a lança.
Após cada seqüência realizada, o outro dançarino deverá repeti-la e em seguida realizar uma nova seqüência, geralmente mais complicada que a do seu parceiro. Assim, vencerá o dançarino que perder o ritmo, encostar na vara ou não conseguir realizar a seqüência coreográfica dançada como desafio pelo dançarino anterior.
• Chimarrita ou Chamarrita: A chimarrita, também chamada chamarrita ou limpabanco, é uma dança típica do folclore gaúcho. Originária dos Açores e Ilha da Madeira, a chimarrita é uma das danças mais populares do fandango gaúcho.
Além do Rio Grande do Sul, a chimarrita também é dançada e cantada nos estados de São Paulo e Paraná, ao som de "harmônica" (gaita). Indumentária: traje à moda gaúcha.
Também se encontra a chimarrita no Uruguai, onde é considerada um dos ritmos de raiz mais populares.

• Chote: O chote pode ter tido sua origem na Hungria, mas existem muitas divergências a este respeito. De acordo com Câmara Cascudo, o chote teve sua aparição no Brasil graças ao professor de danças Julles Transsaint, que em 28 de junho de 1851 lançou o chote com sucesso no Rio de Janeiro. Além do Rio Grande do Sul o Chote também é muito executado no nordeste brasileiro nos famosos bailes chamados de Forró.
Forma de dançar:
A dança do Chote nos possibilita algumas variações, além da forma enlaçada, encontramos os pares dando-se as mãos e executando figuras como é chamado o chote figurado.

• Bugio: O nome do ritmo e os movimentos executados na dança são inspirados no bugio , primata anteriormente comum no interior gaúcho e hoje ameaçado de extinção. As origens da criação do ritmo são controversas, sendo que algumas pessoas acreditam que tenha surgido na tentativa de imitar o ronco do bugio usando o jogo de fole da gaita.
O bugio era um estilo musical restrito às classes menos desenvolvidas da sociedade gaúcha, sendo aceita aos poucos pela alta sociedade. A dança lembra os movimentos do bugio, com dois passos para cada lado e um pequeno pulo lateral na passagem do segundo para o terceiro movimento.

Trajes Típicos da Região Sul

• Pilcha: é a indumentária gaúcha tradicional, utilizada por homens e mulheres de todas as idades. O CTG disciplina o seu uso e no estado do Rio Grande do Sul é, por lei, traje de honra e de uso preferencial inclusive em atos oficiais públicos. É a expressão da tradição, da cultura e da identidade própria do gaúcho, motivo de grande alegria e celebração em memória do pago.
Um dos grandes diferenciais entre os povos é a indumentária característica de cada um deles. Reconhecemos um japonês tradicional pelo seu quimono de seda; um habitante dos Andes pelo seu característico gorro colorido; um vaqueiro nordestino pela sua roupa de couro, rústica para enfrentar os espinhos da caatinga; e um gaúcho atual pela sua pilcha: botas, bombacha, faixa na cintura, guaiaca, camisa, lenço, colete, casaco ou jaqueta e chapéu. A vestimenta gaúcha tradicional sofreu mudanças durante os anos, principalmente por ser uma mistura das vestes das diversas nacionalidades que colonizaram o Rio Grande do Sul. Das Bragas dos estancieiros e abastados de 1750/1820, passando pelo Chiripá Farroupilha de 1820/1865, até chegar na atual vestimenta do gaúcho, ficaram algumas peças que, pelo conforto e originalidade, representam nossa cultura ímpar. As antigas vestimentas, como por exemplo a Bota de Garrão de Potro, são usadas em apresentações de música e dança, com a finalidade de perpetuar a história do nosso povo. No entanto, existe a necessidade de normatização do uso da pilcha, não para padronizar, mas sim para evitar que modismos irresponsáveis deturpem as nossas tradições. Assim, cada CTG, cada entidade tradicionalista, deve procurar conhecer a nossa indumentária característica, respeitá-la e cultuá-la com orgulho.

Não tenho a bibliografia, mais obrigado a todos os colaboradores

By мαяι ツ

4 comentários:

  1. Muito obrigada isso daqui foi muito útil para um trabalho meu na escola.

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  2. Briigada aqui consegui todas as informações que precisava e me ajudou a tirar um 10 em geografia ;)

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  3. consegui informações úteis para trabalho escolar de uma garotinha de 6 anos, obrigado!

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  4. , obg sua rapariga poor me ajuudar ‼

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